domingo, 13 de novembro de 2011

a musica : o que será

O que será? (À flor da terra) – Chico Buarque
Intérprete – Chico Buarque e Milton Nascimento
 Compositor – Chico Buarque
Ano de divulgação – 1976
 Álbum – Meus caros amigos


Feita para o filme "Dona Flor e Seus Dois Maridos", a canção "O Que Será" tem três versões, que marcam passagens diferentes da trama: "Abertura", "À Flor da Pele" e "À Flor da Terra". Cantada no filme por Simone, a versão "À Flor da Terra" (três estrofes de doze versos) alcançaria grande sucesso na gravação de Chico Buarque e Milton Nascimento, que abre o elepê Meus caros amigos, um dueto, aliás, que aconteceu por mero acaso. Chico estava na gravadora ensaiando a canção com Francis Hime, quando Milton, de passagem pelo estúdio, ouviu e gostou. Daí surgiu o convite para a gravação, depois retribuído com a participação de Chico num disco de Milton, cantando com ele "À Flor da Pele". Mas "O Que Será", em qualquer das versões, é uma obra-prima, no nível das melhores criações de Chico Buarque, com sua melodia forte e sua letra libertária, um tanto ambígua em certos aspectos: "O que será que será / que todos os avisos não vão evitar / porque todos os risos vão desafiar / porque todos os sinos irão repicar / porque todos os hinos irão consagrar..." Em 15.9.92, ao tomar conhecimento do conteúdo de sua ficha no Dops-DPPS, em que há uma análise de "O Que Será", Chico Buarque declarou ao Jornal do Brasil: "acho que eu mesmo não sei o que existe por trás dessa letra e, se soubesse, não teria cabimento explicar..."
Depois de uma primeira viagem a Cuba, em fevereiro de 1978, como jurado do prêmio da Casa de las Américas (na volta, foi detido no aeroporto do Rio, com Marieta Severo e Antônio Callado), Chico multiplicou viagens a Havana, onde acabou por se tornar uma espécie de embaixador informal do Brasil, que só em 1986 reataria relações com o país de Fidel Castro. De lá trouxe a música até então desconhecida dos compositores da Nueva trova cubana, como Pablo Milanés e Sílvio Rodríguez. Inspirado em fotos da ilha que lhe mostrara o escritor e jornalista Fernando Morais, compôs O que será ,buscando algo entre o baião e os ritmos do Caribe - "um cubaião", batiza
Acrescento ainda:
"O que será - Abertura" é cantada/narrada do ponto de vista da mulher (representa a força do desejo feminino); "O que será - à flor da pele", é cantada/narrada do ponto de vista do homem (idem sugere a representação da força do desejo masculino); "O que será - À flor da terra", por sua vez, é cantada/narrada do ponto de vista de um corpo coletivo, desejoso de mudanças, de novos rumos para a História (diria, ansioso pela Revolução).

domingo, 6 de novembro de 2011

http://idademedia.wetpaint.com/page/Dan%C3%A7a

DANÇAS E CANÇÕES MEDIEVAIS A maior parte delas são monofônicas ( a uma só voz ). Durante os séculos XII e XIII, houve intensa produção de obras na forma de canção, compostas pelos trovadores ( poetas- músicos na França ). Dentre as canções dos trovadores, uma das mais conhecidas é Kalenda Maya, música que pode ser cantada em um tempo de dança bem ritmado. Não existe nenhuma informação sobre os instrumentos que deveriam acompanhar as músicas, mas é pouco provável que fossem cantadas sem acompanhamento. As formas mais populares de dança medieval foram a ESTAMPIE ( dança sapateada ) e o SALTARELLO ( dança saltitante ). São músicas construídas por parte, cada qual repetida uma vez. Se por exemplo é composta por uma A , B e C, elas se repetem uma após a outra, podendo ser tocadas por um ou dois instrumentos ou um grupo numeroso de instrumentistas.

Dança de Roda A dança de roda é seguramente o tipo coreográfico mais difundido na Europa e em todo o mundo. A sua simplicidade contribuiu decerto para isso: os dançadores formam uma roda, intercalando os do sexo masculino com os do feminino. Na fórmula mais difundida, dão as mãos uns aos outros, virados para o centro do círculo, evoluindo a roda no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. De vez em quando, nas ocasiões em que a música o sugere, param e batem palmas, para de seguida retomarem o movimento circular.

Além da simplicidade, autores há que atribuem a sua divulgação ao valor mágico do círculo e da evolução em círculo, que representaria quiçá o movimento aparente do sol, ou que favoreceria a fertilidade. Seja como for, a roda é a mais primitiva forma de dança colectiva, garantindo Maurice Louis a sua existência desde os tempos paleolíticos. O seu tipo medieval mais conhecido é a carole, que era seguramente cantada pelos dançadores, primeiro por um solista, a que respondiam depois todos os outros.

Grande parte das danças dos peregrinos ao santuário de Nossa Senhora de Montserrat transcritas no Llibre Vermell (séculos XIV e XV) são circulares, com os dançadores dando-se as mãos. Note-se que tanto eram interpretadas à entrada do santuário como no interior do templo.

Dança - Idade Média
Dança de roda, França, século XV. Manuscrito da Bibliothèque Nationale de Paris.

A dança de roda parece ter sido a matriz de muitas outras danças, já que foi a partir da sua coreografia, das suas variações, dos passos laterais, das mãos dadas aos pares, da elevação das mãos, que foram sendo gerados os outros géneros coreográficos, desde a Idade Média, atravessando a Renascença, até chegar às valsas, polcas e mazurcas do Oitocentos.


Em Portugal, como aliás no resto da Europa, a dança de roda conheceu grande favor. É hoje entendimento pacífico que as cantigas de amigo acompanhavam a dança, acordando muitos autores em que a estrutura paralelística denota a existência de um solista, com resposta de um coro. Teófilo Braga diz mesmo que a letra dos cantares de amigo era apenas um pretexto para acompanhar a dança. António José Saraiva considera que o esquema das cantigas paralelísticas «sugere que eram cantadas a duas vozes alternadas, excepto o refrão, entoado em coro».

E Tomaz Ribas adianta que «as cantigas paralelísticas permitem-nos supor um esquema coreográfico assente numa dança circular com intervenções alternadas entre um corifeu e o grupo, dança que se insere no grande grupo das danças de roda de que a mais famosa e popular em toda a Europa medieval foi a carola». Aliás, já Aubrey Bell estabelecera ligação entre a singeleza e o ritmo obsessivo dos cantares de amigo e as danças de roda, que Rodney Gallop também perfilha.
Dança - Idade Média
Dança de roda no século XVI. Desenho a tinta da Escola Holandesa. Metropolitan Museum, Nova Iorque.

As cantigas de amigo provêm seguramente do mais fundo e autêntico substrato popular do noroeste peninsular e o seu paralelismo deve ter origem autóctone, na alma, no lirismo, na sensibilidade galaico-portuguesa, ou até num mais vasto lirismo românico, como sugere Rodrigues Lapa. A característica de os medievos cantares de amigo serem colocados na boca da mulher parece ter relação com o facto de, ainda hoje, na nossa música de tradição oral, sobretudo no Norte, serem as mulheres as mais importantes portadoras do canto tradicional e as suas melhores intérpretes. Rodney Gallop refere que «já no tempo de D. Dinis notaram viajantes estrangeiros que no Noroeste da Península, ao contrário do que sucedia em outros países, as mulheres cantavam mais que os homens».

Com efeito, é um dado assente que, entre o povo rural, as mulheres cantam mais e melhor que os homens, tanto nos trabalhos agrícolas, como nos serviços religiosos, como ainda nos terreiros, na bailação. Ora, se é certo que uma primeira razão pode ser encontrada numa maior e mais natural propensão para o canto por parte das mulheres, uma outra razão justamente andará ligada às cantigas bailadas e particularmente às cantigas de roda, que só são interpretadas por mulheres. Na verdade, se no cômputo geral dos cantares que acompanham danças já são maioritárias as mulheres (excepção feita àqueles em que há despique, caso em que homem e mulher geralmente se equilibram), nos bailes de roda então, o canto está exclusivamente entregue às vozes femininas.

Em mais de vinte anos de trabalho de campo por todo o país, rarissimamente encontrámos homens interpretando cantigas de roda. Ao invés, as gravações que efectuámos e as informações que colhemos são contextes: os cantares das rodas, entoados, na maior parte dos casos, sem qualquer acompanhamento instrumental, estavam a cargo das raparigas, que simultaneamente cantavam e bailavam. Foi tão somente da boca de mulheres, agora já cinquentenárias, que gravámos, por todo o país e também na Estremadura, cantigas de roda com que, nos tempos da sua juventude, garantiam os bailes da sua aldeia quando não aparecia tocador. (...)
Dança - Idade Média
Três gerações de mulheres batalhenses na homenagem a Afonso Lopes Vieira, em 1938. Fotografia cedida por José Travaços dos Santos

Ora, Maurice Louis assegura que até muito tarde na Idade Média a dança era um divertimento quase exclusivamente feminino, explicando-se assim que as primeiras canções para bailar tenham sido feitas por mulheres. Talvez resida aqui uma das razões do carácter feminino das nossas primitivas cantigas de amigo, que seriam, assim, bailadas e entoadas por mulheres. Rodney Gallop justamente estabelece relação entre a tradição da carole medieval, dança de roda executada com o canto dos próprios dançadores, e as nossas cantigas de amigo, que para sempre consagraram o estribilho como uma das mais importantes características da canção popular portuguesa (na carole, «o mestre cantava a copla e os outros dançarinos o estribilho»). Se aplicarmos este género coreográfico medieval ao noroeste peninsular e se considerarmos que a tradição local tinha as mulheres como cantadoras e bailadoras, poderemos encontrar uma explicação para o citado carácter feminino das poesias das nossas cantigas de amigo.

Aliás, António José Saraiva e Óscar Lopes, na sua História da Literatura Portuguesa encontram para tanto explicação no arcaísmo da própria cultura local: «A cantiga de amigo nasceu na comunidade rural, como complemento do bailado e do canto colectivo dos ritos primaveris, próprios das civilizações agrícolas em que a mulher goza da maior importância social; e é assim que, não apenas na Península ou na România, mas em povos tão distantes como o chinês, se verificam vestígios, quer do paralelismo, quer da cantiga de mulher».

Cumpre salientar um aspecto, que é de relevo: o facto de ser hoje inequívoco que os nossos cantares medievais eram acompanhados instrumentalmente não significa que, a nível popular, as cantigas de amigo possuíssem idêntico acompanhamento. É que os monumentos que permitem aquela conclusão, nomeadamente as iluminuras do Cancioneiro da Ajuda, reflectem a vivência daqueles cantares e respectivas danças entre as classes elevadas, nada porém nos sendo dito a respeito das primitivas cantigas na prática das classes populares, as quais seriam verosimilmente entoadas pelas raparigas sem qualquer acompanhamento instrumental. Este acompanhamento, só teria, pois, surgido mais tarde. Vem isto para estabelecer uma mais estreita ligação entre as cantigas de amigo autóctones, populares, e os cantares de roda entoados por mulheres, que ainda hoje existem nos campos de Portugal.

Seja porém como for, é inegável o enraizamento dos bailes de roda entre o nosso povo, que os trouxe desde a Idade Média até aos nossos dias praticamente inalterados (falamos aqui mais na coreografia, já que, quanto à música, se não deverá permitir semelhante afirmação). (...)

[A dança de Roda] Aos nossos dias chegou, baile anónimo e modesto, ao lado de outras danças que conheceram a fama, como os viras, malhões, chulas, contradanças, fandangos, corridinhos, verde-gaios, valsas e bailaricos. Mas do que não há dúvida é que, a par destes géneros mais conhecidos por mais falados, em todas as províncias a dança de roda subsistiu com vitalidade insuspeitada.
Dança - Idade Média
Dança de camponeses no século XV. Manuscrito da Bibliothèque Nationale de Paris.

Em todas as províncias temos, de facto, gravado cantigas de roda e colhido informações sobre a importância dos bailes de roda na vivência lúdica das aldeias. Ainda em 1990 estivemos numa aldeia do concelho de Sabugal, onde gravámos cantares que costumam acompanhar os jogos de roda que, à volta da fogueira, todos os anos se continuam fazendo na noite de S. João. Significativo nos parece o facto de, em 1989, termos colhido de um velho tocador de «pífaro» (flauta travessa, de cana) da serra algarvia, concelho de Loulé, as modas com que ele animava, até há duas décadas, os bailes das aldeias em redor, e de todas elas serem bailes de roda. Na verdade, ele não conhecia o corridinho, ou o baile mandado, ou a «Tia Anica de Loulé», danças habitualmente apresentadas como características do Algarve, mas apenas melodias que as raparigas cantavam e ele acompanhava e que eram... dançadas em roda!

Na Estremadura, embora minoritárias em relação a outros géneros coreográficos, colhemos apreciável número de danças de roda, algumas instrumentais, a maioria cantadas por mulheres. Assinale-se, porém, que quase todas as outras danças que registámos possuem coreografia baseada ou muito aparentada com a roda, como adiante veremos quando fizermos a respectiva descrição, o que mais uma vez demonstra a importância do baile de roda na nossa tradição músico-coreográfica.

Durante a Idade Média, aproximadamente do século V até o século XIV, o cristianismo tornou-se a força mais influente na Europa. Foram proibidas as danças teatrais, por representantes da Igreja, pois algumas delas apresentavam movimentos muito sensuais. Mas os dançarinos ambulantes continuaram a se apresentar nas feiras e aldeias mantendo a dança teatral viva. Em torno do século XIV, as associações de artesãos promoviam a representação de elaboradas peças religiosas, nas quais a dança era uma das partes mais populares. Quando ocorreu a peste negra, uma epidemia que causou a morte de um quarto da população, o povo cantava e dançava freneticamente nos cemitérios; eles acreditavam que essas encenações afastavam os demônios e impediam que os mortos saíssem dos túmulos e espalhassem a doença. Isto ocorreu no século XIV. Durante toda a Idade Média, os europeus continuaram a festejar casamentos, feriados e outras ocasiões festivas com danças folclóricas, como a dança da corrente, que começou com os camponeses e foi adotada pela nobreza, numa forma mais requintada, sendo chamada de carola. No final da Idade Média a dança tornou-se parte de todos os acontecimentos festivos.http://idademedia.wetpaint.com/page/Dan%C3%A7a

domingo, 30 de outubro de 2011

o livro didatico é amigo ou inimigo do professsor ?


 Vejo o livro didático como um elemento importante tanto para o professor como para o aluno que receberá conhecimentos novos a parti dele, pois é através dele que o professor pode organizar seus trabalhos. Ele serve como guia e recurso didático para que o professor possa descrever e conhecer de forma analítica os conteúdos que o próprio dispõe. Também vem com temas e os objetivos dos conteúdos trabalhados nas varias unidades que compõem especificamente o bloco com tais atividades, que inclui também os sites para ser utilizados para ampliar ou aprofundar conceitos e avaliações. No mesmo as orientações de trabalho que o docente necessita têm base dos materiais que é indispensável para sua formação e complementação curricular na pratica que atribui durante sua vida profissional uma rica experiência de novos conteúdos pedagógicos. Para a maioria dos docentes o livro didático é e esta sendo ainda uma ferramenta de tamanha importância para ambos,pois auxilia no planejamento e no processo de ensino e aprendizagem,tornando importante no desenvolvimento da criança ou adolescente. Porem é necessário que o professor vá além dos recursos que o próprio livro atribui levando o docente a refletir o seu cotidiano de sala de aula,relacionando assim a época em que o contexto ocorreu.o livro didático hoje dá para o docente uma orientação sobre como avaliar seus alunos e com esse objetivo de conhecer melhor o desempenho que os seus discentes estão tendo com o trabalho exercido com as atividades dos livros didáticos. Para um profissional que tem que atender uma demanda enorme de turmas que hoje as nossas escolas publicas oferece o livro didático tem um papel importante para facilitar no planejamento diário ,auxiliando no tempo da aula e motiva o aprendizado do aluno, com exercícios e textos que serve para ajudar na pratica de sala,levando o docente a usar de competência pedagógica no dia-dia.

domingo, 23 de outubro de 2011

momentos do estagio infantil

A HISTORIA DO MEU BAIRRO E RUA

A historia do meu Bairro esta ligada ao nome da minha Rua, pois sua fundação aconteceu por um cidadão chamado Wilson praxedes de oliveira, que hoje é considerado fundador do bairro conhecido cujo nome é Chã da jaqueira.


Palavras do Sr.Wilson, quando este bairro era um matagal o governador silvestre resolveu abrir uma estrada ligando a granja conceição ao bairro do Canaã onde já existia a Igreja de são José e alguns moradores. Esta estrada foi construída na época pelos presos onde os mesmos ganhavam 2 mil réis por dia. Também existia no lugar uma gruta que tinha um pé de jaca muito velho e também tinha uma nascente de água que abastecia os moradores dali, por isso dar-se o nome de gruta da jaqueira. Em 1957 o proprietário Manuel Inácio de Almeida, resolveu lotear a tão conhecida chã da jaqueira, mas ninguém queria morar,com o tempo o Sr Wilson se agradou do lugar e procurou o proprietário e comprou um lote que média 20x40m,no valor de 125réis ,mesmo contra a vontade de sua esposa ,Eliene Lins. Sendo assim no ano de 1958, começou a construir a primeira casa de deste bairro, mas no mesmo ano vieram também a construir suas casas os moradores José Miguel da silva e Manuel Pedro de lima. No dia 24 de junho do mesmo ano convidei Dom Fernando Iorio que atualmente foi bispo de Palmeira dos índios e hoje se encontra falecido era o pároco de bebedouro, para celebrar a primeira missa. Uma das coisas, mas curiosa é que o próprio Wilson já tinha escolhido o nome do padroeiro do bairro que até hoje se chama São João batista minha atual rua onde moro. O bispo perguntou por que João batista? Sua resposta foi a seguinte: porque ele foi um homem de mas coragem, pois a parti daí o nome do padroeiro do bairro é são João batista. Entre o ano de 19588 até 1964 só existia seis famílias, isoladas sem saneamento básico que era precário para eles se locomoverem. O único acesso era entrar pela granja conceição, pois esta também teve o acesso proibido por um Dr. Amaral que era diretor de uma repartição publica do local. Com esses obstáculos procuramos o governador Cavalcante 1964 conseguimos trazer-lo para conhecer o lugar e ele se comprometeu em abrir a estrada ligando bebedouro com a chã da jaqueira que hoje se encontra com 50% das ruas asfaltadas e com maior numero de moradores.

A PEDAGOGIA COMO ESCOLHA PROFISSSIONAL

A escolha por um curso voltado para licenciatura não aconteceu por acaso na minha vida, pois desde pequena que tenho contato com pessoas da minha família que tem essa ligação com a docência. Desde pequena antes de ingressar na vida letrada minha irmã cujo nome se chama Leni, já começava a dar aulas para mim e minhas colegas quando éramos pequenas. Certa vez minha mãe disse que não só ela seria uma grande professora como também eu iria seguir o mesmo caminho profissional; mas eu nunca aceitava o que a minha mãe falava e nem atenção. Certa vez eu disse que queria ser uma grande jornalista, pois o mundo do jornalismo até hoje me cativa e chama muito minha atenção intelectual para as coisas dos noticiários do mundo. Sempre gostei de ler revistas que tem matérias ligadas a temas de políticas e documentários sobre políticos ligados a escândalos e corrupções. Certa vez tentei o vestibular da Ufal para jornalismo mas não tinha se preparado antes,mesmo assim tinha esperança de passar mas quando saiu o resultado não me agradou tanto. Conversando com uma colega que sempre tentava para relações publicas tivemos a oportunidade de criar um cursinho comunitário no nosso bairro cujo nome é conhecido como curso base pré vestibular que hoje tem um convenio com o projeto de extensão conexão de saberes da Ufal ,que tem uma parceria maravilhosa até hoje. Através deste cursinho tanto a minha colega entrou na ufal, eu e outros jovens que não tinha condições de pagar também tivemos a oportunidade de ingressar em uma instituição que hoje dar oportunidade para todos que tiveram a oportunidade de estudar em escolas publicas. Através deste cursinho tive a oportunidade de ser fundadora e coordenadora e foi ai que descobri a afinidade carreira docente. Jamais terei duvidas das palavras da minha mãe, pois ela tinha toda razão quando dizia que eu ainda seria uma professora.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

escolha importante

Escolher o curso de pedagogia foi uma decisão muito seria ,mas por ter pessoas da minha familia que leciona tive um contato bem legal com essa profossão que se chama docência. hoje realizo talvez algo que antes não pesava em seguir pois tive outras oportunidades de ter contato com ouytros curso ligados a exatas e saúde...mas